
Achei muito bom a movimentada. Digo, quando a gente viu essa efervescência de festivais e produtores metendo as caras, me arrisco a dizer até de incentivo? Claro, ainda está tudo muito aquém daquilo que o submundo do mercado baiano precisa pra mostrar suas asas, mas o caminho foi encontrado.
Por exemplo, o Boom Bahia foi um projeto que há muito não se via, trazendo o destaque da cena independente brasileira aqui pra terrinha do acarajé. Foi organizado, foi bem estruturado, foi tranqüilo e foi barato. Foi um barato.
Teve também uma premiação, um “Oscar” pro rock baiano, o Bahia de Todos os Rocks. Incentivo e reconhecimento tanto pra quem ta começando, que vê ai um “glamour” podendo ser alcançado com trabalho, como pra quem já começou a muito tempo mas tá cansado de levar porrada das condições e precisa de um empurrãozinho e um tapinha nas costas pra fazer melhor o que já faz bem.
E só pra terminar com os exemplos, quem viu o festival Lado B, da escola de Produção Cultural da UFBA? Eu vi e foi foda. Tão organizado e limpo e barato quanto o Boom Bahia. O ingresso custou um livro, e lá tive o prazer de ouvir desde nosso Rock visceral com Os Irmãos da Bailarina, até o experimentalismo pop dos amigos da Cerveja Café e o sangue africano do Ijexá da Bahia, além de outros tipos de manifestação musical também pouco cuidadas.
Dois mil e nove promete. Nunca houve tanta gente dando a cara a tapa sem levar tapa nenhum, tanta gente apostando de forma profissional, sem atrasos irritantes nem problemas com o som. Nunca houve tanta gente acreditando que pode fazer. Certamente, o ano novo vai ser feliz!
Fonte: ReiDjou!
Por exemplo, o Boom Bahia foi um projeto que há muito não se via, trazendo o destaque da cena independente brasileira aqui pra terrinha do acarajé. Foi organizado, foi bem estruturado, foi tranqüilo e foi barato. Foi um barato.
Teve também uma premiação, um “Oscar” pro rock baiano, o Bahia de Todos os Rocks. Incentivo e reconhecimento tanto pra quem ta começando, que vê ai um “glamour” podendo ser alcançado com trabalho, como pra quem já começou a muito tempo mas tá cansado de levar porrada das condições e precisa de um empurrãozinho e um tapinha nas costas pra fazer melhor o que já faz bem.
E só pra terminar com os exemplos, quem viu o festival Lado B, da escola de Produção Cultural da UFBA? Eu vi e foi foda. Tão organizado e limpo e barato quanto o Boom Bahia. O ingresso custou um livro, e lá tive o prazer de ouvir desde nosso Rock visceral com Os Irmãos da Bailarina, até o experimentalismo pop dos amigos da Cerveja Café e o sangue africano do Ijexá da Bahia, além de outros tipos de manifestação musical também pouco cuidadas.
Dois mil e nove promete. Nunca houve tanta gente dando a cara a tapa sem levar tapa nenhum, tanta gente apostando de forma profissional, sem atrasos irritantes nem problemas com o som. Nunca houve tanta gente acreditando que pode fazer. Certamente, o ano novo vai ser feliz!
Fonte: ReiDjou!






